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Planejamento das Aulas de Evangelização Espírita

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Planejamento das Aulas
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Ninguém mais discute a necessidade de planejar as aulas de evangelização, sejam elas destinadas às crianças ou aos jovens. Ainda que não se queira chamar de aulas as reuniões de estudo com os jovens, estas deverão ser cuidadosamente preparadas porque, principalmente no campo do ensino e da aprendizagem, nada se consegue de produtivo sem planejamento prévio e criterioso.

O plano de aula constitui um documento pelo qual o professor (orientador, evangelizador, dirigente, etc.) conduz o seu trabalho e o dos evangelizandos.

Ao planejar uma ou várias aulas, o evangelizador precisa resolver duas questões básicas: conhecer as possibilidades e dificuldades dos evangelizandos; conhecer os comportamentos que lhe são usuais para determinar as mudanças desejadas.

A 1ª questão está ligada aos seguintes aspectos:

§  Características físicas: idade, sexo, saúde;
§  Recursos econômicos;
§  Interesses;
§  Motivação;
§  Condição que têm para aprender: domínio da leitura, entendimento do que é lido, etc.

A 2ª questão trata da observação e constatação dos comportamentos apresentados pelo educando e da seleção dos recursos a serem empregados para a modificação desses comportamentos, se for o caso.

Em seguida, devem ser considerados os objetivos que são resultados que se espera atinjam os alunos ao finalizar uma situação ensino-aprendizagem.

O quadro seguinte demonstra claramente os procedimentos que o evangelizador precisa adotar ao planejar uma aula.

 

Analisemos, em primeiro lugar, os objetivos.
Esses dividem-se em gerais e específicos. Objetivos gerais são aqueles alcançáveis em prazo mais longo, como, por exemplo, compreender os princípios básicos da Doutrina Espírita. Os específicos são detalhamentos dos objetivos gerais, alcançáveis numa aula ou após pequena etapa de trabalho, ou seja, num prazo mais curto e que podem ser exemplificados da seguinte maneira:

 Dizer o que é reencarnação.
 Explicar o processo da reencarnação.

Os objetivos específicos de cada aula ou pequena etapa de trabalho vão levar ao objetivo ou objetivos gerais de uma unidade de ensino.
Tudo deve funcionar, no planejamento das aulas, de forma coerente e seqüencial para
que se obtenham, de maneira regular, os melhores resultados, compensando assim os esforços despendidos.
Determinados os objetivos gerais da unidade que vai desenvolver e os específicos de cada aula, o evangelizador deverá tratar de outro aspecto de suma importância que é o de delimitação do conteúdo (a matéria a ser dada).
 
O QUE SIGNIFICA CONTEÚDO?
Conteúdo é o que o evangelizador ensina em função dos objetivos gerais e específicos do seu trabalho.
 
Exemplificando: Se o objetivo específico de uma aula é explicar o processo da reencarnação – o conteúdo poderia ser assim determinado: noção de processo; conceito de reencarnação; fatores que interferem no processo de reencarnação ligados à lei de causa e efeito.

Além de selecionar o conteúdo em função dos objetivos, o evangelizador vai levar em conta ainda o nível da classe a que se destina a matéria de ensino e, em função desse fator, deverá adaptar os conteúdos selecionados ao seu grupo de alunos e ao que esse grupo já conhece acerca do assunto.

Selecionar os conteúdos em função do aluno (necessidade e possibilidades) e dos objetivos que esperamos alcançar.

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