Soneto

compartilhe

Autor: Cruz e Souza (espírito)

Nos labirintos dessa eternidade
Que nós vivemos luminosa e pura,
A alma vive na intérmina procura
Do filão de ouro da felicidade.

Quanto mais sofre, tanto mais se apura
No pensamento excelso da Verdade,
Vendo na auréola da Imortalidade
A alvorada risonha da ventura.

E ao fim de cada noite tormentosa,
Que é a existência na prova dolorosa,
Canta e vibra num dia de bonança.

Em torno da Verdade a alma gravita
Buscando a Perfeição pura, infinita,
Nessa jornada eterna da Esperança.

Notas

1 – Desde os tempos mais antigos, a poesia tem sido uma ponte entre a alma e o infinito. No Espiritismo, ela encontra um campo fértil para inspirar, consolar e iluminar consciências, expressando em versos sentimentos que muitas vezes escapam à linguagem comum. Seja pela sensibilidade dos poetas encarnados ou pelas mensagens de origem espiritual que marcaram a literatura espírita, a poesia continua sendo uma valiosa ferramenta de reflexão, beleza e elevação do pensamento.

2 – A poesia acima, psicografada por Francisco Cândido Xavier, faz parte do livro Parnaso de Além-Túmulo

spot_imgspot_imgspot_imgspot_img

sensação

O drama sem drama

Autora: Cristina Sarraf Pensando na vida, lembro que tive um...

União e unificação no mundo digital

Autor: Orson Peter Carrara ...

Crenças e felicidade

Autora: Cristina Sarraf O Livro dos Espíritos, 933 – Assim...

“Naquela mesa está faltando ele”

Autor: Wellington Balbo O ano era de 1969 e Sérgio...

Matéria cósmica

Autor: Augusto dos Anjos (espírito) Glória à matéria cósmica, a...

Verdugo e vítima

Autor: Irmão X (espírito) O rio transbordava. Aqui e ali, na...
- Fica Dica -spot_img
Anterior
Próximo